Pontos-chave
- Avalia a visão periférica, um olho de cada vez.
- É essencial no diagnóstico e no acompanhamento do glaucoma, junto com a tonometria e o exame do nervo óptico.
- Também ajuda a investigar doenças da retina e do nervo óptico.
- É indolor e, em geral, não precisa dilatar a pupila.
Por que o campo visual é tão importante no glaucoma?
O glaucoma lesa o nervo óptico aos poucos e, nas fases iniciais, não costuma dar sintomas. A perda começa na visão periférica, que a pessoa não percebe no dia a dia. O campo visual registra essa perda e mostra se o tratamento está controlando a doença. Segundo dados do CBO citados pelo jornal O Liberal em 2026, cerca de 70% das pessoas com glaucoma no Brasil não têm diagnóstico.
Como é feito o exame?
- Um olho é tampado enquanto o outro é examinado.
- Você olha fixo para um ponto central dentro do aparelho.
- Pequenas luzes aparecem em pontos diferentes, e você aperta um botão sempre que enxergar uma.
- Depois, o exame é repetido no outro olho.
Como entender o resultado?
O aparelho gera um mapa da sensibilidade da visão em cada ponto. O médico interpreta esse mapa junto com a pressão do olho e o exame do nervo óptico. Como existe uma curva de aprendizado, às vezes o exame precisa ser repetido para confirmar um achado.
Perguntas frequentes
Preciso levar os óculos?
Sim. Leve seus óculos atuais ou a receita, porque o exame pode ser feito com a correção do seu grau.
O exame precisa ser repetido?
No acompanhamento do glaucoma, sim, em intervalos definidos pelo médico. Também pode ser repetido para confirmar um resultado.
A Unimed cobre o exame?
Muitos exames oftalmológicos têm cobertura, mas alguns pedem pedido médico e autorização prévia do plano. A equipe confere a sua cobertura no agendamento.
Fontes consultadas
Publicado em 13/10/2026. Revisão médica pendente: Dr. Alan Costa. Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta.