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Oftalmo a dois
Oftalmologia clínica

Consulta oftalmológica: o que é avaliado e quando fazer

A consulta oftalmológica avalia a visão e a saúde dos olhos: grau, pressão intraocular, córnea, cristalino, retina e nervo óptico. É o jeito mais simples de detectar cedo doenças que não dão sintomas no início, como o glaucoma.

Atualizado em 13/10/2026Oftalmo a Dois · Belém, PA

Pontos-chave

  • Na consulta medimos a visão e o grau, examinamos a parte da frente do olho, avaliamos o fundo de olho e medimos a pressão intraocular.
  • Glaucoma, catarata, degeneração macular e retinopatia diabética podem evoluir sem sintomas nas fases iniciais.
  • A frequência depende da idade e do histórico. A partir dos 40 anos, a avaliação regular ajuda a detectar o glaucoma cedo.
  • Atendemos pela Unimed e particular, sem necessidade de encaminhamento.

O que é avaliado na consulta?

  • Acuidade visual e refração: mede como você enxerga e define o grau dos óculos.
  • Biomicroscopia: exame da córnea, da íris e do cristalino na lâmpada de fenda.
  • Pressão intraocular: medida pela tonometria.
  • Fundo de olho: avaliação da retina, do nervo óptico e dos vasos pela fundoscopia.
  • Exames complementares, quando necessários, como o mapeamento de retina e o campo visual.

Por que fazer consulta mesmo sem sintomas?

A consulta de rotina é o exame mais simples para preservar a visão ao longo da vida. Doenças como glaucoma, catarata, degeneração macular e retinopatia diabética evoluem em silêncio nas fases iniciais. Quando a queixa aparece, parte da visão pode já estar comprometida de forma irreversível.

O glaucoma é o exemplo mais claro. Segundo dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia citados pelo jornal O Liberal em março de 2026, cerca de 1 milhão de brasileiros têm glaucoma e aproximadamente 70% deles não sabem do diagnóstico.

Com que frequência fazer a consulta?

O intervalo é definido pelo médico, de acordo com a sua idade e o seu histórico. Como referência:

  • Bebês e crianças: teste do olhinho nos primeiros dias de vida e avaliações periódicas na infância.
  • A partir dos 40 anos: avaliação regular, pelo risco de glaucoma e pela vista cansada.
  • Diabetes, pressão alta, uso prolongado de corticoide ou glaucoma na família: acompanhamento mais próximo, com exame do fundo de olho.

O sol de Belém faz diferença?

Em Belém, o clima quente e úmido e a forte exposição ao sol tornam ainda mais importante a avaliação periódica. No dia a dia, óculos escuros com proteção UV e chapéu ajudam a proteger os olhos.

Como se preparar para a consulta?

  • Leve seus óculos atuais e receitas antigas.
  • Anote os remédios que você usa, inclusive colírios.
  • Pela Unimed, leve a carteirinha e um documento com foto.
  • Se usa lente de contato, pergunte no agendamento se precisa tirar antes.
  • Se houver dilatação da pupila, venha acompanhado e não dirija depois.

Perguntas frequentes

Precisa dilatar a pupila na consulta?

Nem sempre. A dilatação é indicada quando o médico precisa examinar a retina com mais detalhe, como no mapeamento de retina. Ela deixa a visão embaçada e sensível à luz por algumas horas.

A consulta pela Unimed precisa de encaminhamento?

Não. A consulta oftalmológica pode ser agendada diretamente.

Quanto tempo dura a consulta?

Duração média a informar pela clínica.

Fontes consultadas

  1. O Liberal: Dia Mundial do Glaucoma, diagnóstico precoce é essencial (12/03/2026, com dados do CBO), acesso em 13/10/2026.

Publicado em 13/10/2026. Revisão médica pendente: Dr. Alan Costa. Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta.

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